Fabiana Maria.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Fabiana Maria.
Experiencias em sala de aula
Fabiana Maria.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Visitem o blog da Escola João Paulo I
Daniella Morais, 3º período de letras da Faculdade São Miguel.
Música de combate ao bullying em ritmo de asa branca...
Música : Asa Branca
Versão/letra: Profº Elcio Arestides de Mattos da Silva
Entre pares acontece
Sempre é intencional
São várias vezes / e sem motivos
Agir assim / não é legal
O autor é quem pratica
É impulsivo até demais
Atrás de um “bode / expiatório”
Se tem platéia, / “ele é demais”
Quem recebe é o alvo
Submisso e passivo (nem sempre)
Baixa autoestima / pode ser frágil (fisicamente)
E no futuro / ser agressivo
A platéia acha graça
Para não ser vitimada
São coniventes / o tempo todo
Sendo omissa / não fazem nada
A ação é camuflada
Pra depois poder negar
Longe de adultos / ninguém está vendo
Os que acusam / têm que provar
Ele quer ser popular (o autor)
Pois precisa ser aceito (socialmente)
Buscando status / dentro do grupo
Destrata os outros / não tem respeito
Hoje a permissividade (na família)
Deixam todos sem limites (as crianças)
O filho manda / decide tudo
Em casa ele / dá os palpites
Escutar, / dialogar (no interior da família)
Alimenta a relação (pais e filhos)
Corrigir sempre / quem ama educa
Esse é o caminho / da Educação
Daniella Morais, 3º período de letras na Faculdade São Miguel.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Assim eu descobri que estava no caminho certo
Dos dois meses que passei dando aula na Vila Sésamo no Ibura um dia em especial vai ficar na minha memória.
Depois de mais uma aula sem nenhuma participação de Terezinha eu estava fazendo a chamada quando ela me perguntou se eu poderia lhe esperar, pois ela precisava falar comigo. Depois da aula esperei e ela veio de um jeito diferente do que eu via nas aulas: estava calma e não conseguia olhar para mim.Começou me perguntando:
--A senhora já percebeu que eu nuca faço as tarefas que a senhora passa?
Eu respondi que sim e ela continuou:
-Sabe por que eu não faço?Porque eu não sei ler direito e não consigo escrever. Me ajude.Eu quero fazer as coisas mas não consigo.Tem professor que acha que eu sou burra mas eu não sou.
As palavras de Terezinha me deixaram sem ação. Eu olhei para ela e disse que iria fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para ajudá-la. Comecei indicando-a para o projeto alfa letramento que é uma espécie de reforço para alunos com dificuldades. No dia seguinte ela veio falar comigo antes que eu chegasse à sala:
-A senhora deu meu nome pro reforço não foi?
--Dei. Você não gostou?
-Gostei. Vai ser bom.
Duas semanas depois ainda com muitas dificuldades na escrita ela trouxe um caderno para me mostrar e veio desde longe sorrindo. Entregou-me e disse:
-Não ta muito bom não, mas pelo menos eu já comecei.
Li o seu texto e me emocionei bastante. Ela falava que nenhum professor tinha dado a ela a atenção que eu dei e que agora ia se esforçar mais em todas as aulas para que eu sentisse orgulho dela, pois quando eu disse que ia ajudá-la fui como uma mãe.
A minha relação com Terezinha mudou. Ela passou a participar das aulas, sempre sentar do meu lado, pegar livros comigo e criar textos diariamente. O progresso era lento, mas estava acontecendo e se antes eu a via como uma aluna preguiçosa e sem interesse, agora eu conseguia vê-la do jeito certo: como uma menina carente, com dificuldades acumuladas de anos anteriores e que queria entre tantas outras coisas um olhar diferente, uma atenção que talvez não recebesse em casa.
Meus tão intensos dois meses no Vila me fizeram ter certeza de uma coisa:eu nasci para isso.Minha profissão é realmente Professor!
(Carla Renata Alves )
Positivos e negativos
Nós passamos horas em sala de aula ensinando e aprendendo, mas, o que mais nos cansa é ter que depois de um dia de trabalho ter que comparecer às aulas e tudo isso apenas pra poder dizer que dei tudo de mim pra conseguir me formar com louvor, me chateia bastante ouvir as pessoa reclamarem de tudo, como por exemplo dos salários, das condições que nunca são favoráveis, etc. Acho que quem não gosta do que faz deve escolher outra coisa pra fazer, eu escolhi ser professora porque adoro o que faço, trabalho realmente com o coração, contra tudo e contra todos eu vou seguir em frente.
Nós professores temos que nos conscientizar que somos muito importantes na vida daqueles a quem instruímos, somos mais do que mestres, somos formadores de opinião, fazemos as funções de amigo, pai ou mãe, psicologo... tem alunos que acham que somos capazes de resolver tudo. Então não vamos deixar que contratempos que existem em qualquer campo da nossa vida interfiram em nossa profissão.
" Se não for pra fazer por amor, simples: não faça!!
(Patrícia Lima, acadêmica do curso de letras da Faculdade São Miguel)
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Retrato da Turma
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O LEITEIRO
uns bons, outros nem tanto assim.
Com a aurora vem a esperança de
uma nova oportunidade de fazer
diferente tudo que outrora fizera
torto, marginal ou nefastamente.
Com a aurora surge
as ruas ainda frias da noite,
onde pessoas más e de gélidas
índoles circulam livremente
sem aparente promessa de
punição.
Com a aurora surge o meu
leiteiro que não foi literalmente
assassinado como o leiteiro
Drumoneano, mas, mesmo assim
morre todo dia para poder
dar a vida aos seus (nós).
Márcio Tavares Campos 3º LETRAS
Um novo talento...
Daniella Morais, 3º período de letras na Faculdade SÃo Miguel.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Você Sabia?
Chegando a sala como de costume dei bom dia e todos perguntaram qual seria a página do livro. No entanto, os surpreendi com meu questionamento. Todos sabem que antes de P e B se escreve M, correto? Todos ao mesmo tempo responderam o que eu já imaginava. Sim. Porém, fui mais além, será que alguém poderá explicar por quê? O silêncio pairou no ar por alguns minutos e todos automaticamente se questionavam entre si, mas, ninguém chegou a uma resposta correta. Então expliquei todo processo bilabial e linguodental, em que a surpresa da sala foi total. Por fim um aluno me questionou: professora será que meus pais sabem o porquê deste uso?
Então, eu o respondi com um sorriso e disse: Se seus pais não sabem, você terá o compromisso de informá-los. Aos alunos nós professores, devemos ter a capacidade de deixá-los informados.
Com tudo isso, surgiu um grande debate em sala, em que dúvidas entre questões de dígrafos e hiatos persuadiram, dentre outras a questão do novo acordo ortográfico. Infelizmente a aula finalizou com o toque da sirene. Foi uma aula muito boa, pois, além do conhecimento adquirido entre ambos, tomei senso de dúvidas, sugestões e aprendizado, tendo a consciência que fiz um bom trabalho.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Mês de combate ao bullying
Daniella Morais, 3º período de Letras.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Relatos diários de um professor
Daniella Morais, 3º período de letras.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
A Interpretação da Proposta
Como somos naturalmente condicionados à aparência trouxe-lhes exemplos que utilizamos em nosso dia-a-dia. Usei a foto de um caximbo para que todos pudessem diferenciar a essência da aparência e percebi com isso que eles começaram a se envolver me trazendo inclusive outros exemplos como política, religião e casamento, questionando as alianças. Notei que eles foram muito além das minhas expectativas. Satisfeita com o resultado distribuí entre eles cópias da prova da COVEST de 2010, na qual a temática era o conteúdo trabalhado em sala de aula.
Eles se encantaram com os textos. Com certeza aquela foi uma aula muito gratificante, pois consegui mostrar-lhes que o exercício da interpretação representa um desafio que o candidato bem preparado tende a tirar de letra e destacar a intenção e o sentido dos textos pode ser muito mais proveitoso do que simplesmente lê-los sem objetivo.
Adriana Paula (Acadêmica do Curso de Letras da Faculdade São Miguel)
