Naquela segunda feira, estava preparando minhas aulas para o 8º ano, no qual o conteúdo seria verbos transitivos. De repente, me deparei com uma dúvida. Irei fazer diferente, ou seja, uma aula na qual desperte a curiosidade deles, criando um debate em sala e ao mesmo tempo procurarei ver até que ponto irá o conhecimento gramatical de cada um.
Chegando a sala como de costume dei bom dia e todos perguntaram qual seria a página do livro. No entanto, os surpreendi com meu questionamento. Todos sabem que antes de P e B se escreve M, correto? Todos ao mesmo tempo responderam o que eu já imaginava. Sim. Porém, fui mais além, será que alguém poderá explicar por quê? O silêncio pairou no ar por alguns minutos e todos automaticamente se questionavam entre si, mas, ninguém chegou a uma resposta correta. Então expliquei todo processo bilabial e linguodental, em que a surpresa da sala foi total. Por fim um aluno me questionou: professora será que meus pais sabem o porquê deste uso?
Então, eu o respondi com um sorriso e disse: Se seus pais não sabem, você terá o compromisso de informá-los. Aos alunos nós professores, devemos ter a capacidade de deixá-los informados.
Com tudo isso, surgiu um grande debate em sala, em que dúvidas entre questões de dígrafos e hiatos persuadiram, dentre outras a questão do novo acordo ortográfico. Infelizmente a aula finalizou com o toque da sirene. Foi uma aula muito boa, pois, além do conhecimento adquirido entre ambos, tomei senso de dúvidas, sugestões e aprendizado, tendo a consciência que fiz um bom trabalho.
Chegando a sala como de costume dei bom dia e todos perguntaram qual seria a página do livro. No entanto, os surpreendi com meu questionamento. Todos sabem que antes de P e B se escreve M, correto? Todos ao mesmo tempo responderam o que eu já imaginava. Sim. Porém, fui mais além, será que alguém poderá explicar por quê? O silêncio pairou no ar por alguns minutos e todos automaticamente se questionavam entre si, mas, ninguém chegou a uma resposta correta. Então expliquei todo processo bilabial e linguodental, em que a surpresa da sala foi total. Por fim um aluno me questionou: professora será que meus pais sabem o porquê deste uso?
Então, eu o respondi com um sorriso e disse: Se seus pais não sabem, você terá o compromisso de informá-los. Aos alunos nós professores, devemos ter a capacidade de deixá-los informados.
Com tudo isso, surgiu um grande debate em sala, em que dúvidas entre questões de dígrafos e hiatos persuadiram, dentre outras a questão do novo acordo ortográfico. Infelizmente a aula finalizou com o toque da sirene. Foi uma aula muito boa, pois, além do conhecimento adquirido entre ambos, tomei senso de dúvidas, sugestões e aprendizado, tendo a consciência que fiz um bom trabalho.

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